Hong Kong
14/07/2017

Hong Kong – segundo dia

Hoje foi o dia que tiramos para conhecer mais um pouco da cidade. Começamos descendo na estação Central, que fica, adivinha onde? No Centro! É uma estação que se conecta com tudo e mais um pouco. Tem quilômetros e quilômetros de extensão. Saindo de lá, antes da visita aos mercados de rua, eu tinha programado a visita ao Man Mo Temple, um templo taoísta bem diferente de tudo que já tínhamos visto nas nossas andanças. Li, nas minhas pesquisas, que deveria descer nessa estação e andar até a Hollywood Road.
Com cara de perdido, olhando um mapa na estação, veio um moço e me perguntou o que eu queria. Disse e ele me respondeu que eu teria que andar muito, que deveria pegar outro metrô, andar mais duas estações e aí sim acharia o tal templo. Desisitimos!
Descemos na Central mesmo e fomos em direção ao Victoria Peak, ou simplesmente, The Peak. Uma espécie de corcovado de Hong Kong. Uma montanha, com um shopping em cima e com uma vista deslumbrante da ilha de Hong Kong e Kowloon sobre um terraço. Lindo!

Para subir, você pode ir de taxi, ônibus, a pé, de bicicleta ou da maneira turística: de bondinho! Um bondinho de mais de 100 anos (já renovado) que leva cerca de 100 pessoas em dezenas de viagens por dia. Para tanto, você pode comprar o passe de ida e volta por HKG 90,00. Chegamos bem cedo, por volta das 8h30, próximo do horário de abertura (aos finais de semana abre às 8h00 e às 10h00 nos outros dias), e não tinha quase ninguém. Compramos rapidamente o nosso passe e lá fomos nós! (Detalhe: se você tiver o Octopus – leia aqui – “Como se virar com transporte público em Hong Kong” AINDA VOU FAZER ESSE POST – você também pode pagar a passagem e furar a fila toda – não tínhamos crédito o suficiente, então ficamos na fila…).


A subida é íngreme e a paisagem vale a pena. Demora cerca de 12 minutos. Chegando lá, você deve descer do bondinho e entrar no tal shopping. Algumas lojas e restaurantes e muuuuitas escadas rolantes.


É lá que você vai se dirigir se você agregou o “Terrace View” no seu ingresso, por mais HKG 50,00 (vale a pena!). Suba esse montão de escadas e já vai se deparar com uma moça bem brava (mesmo! – nem tirei foto…), para verificar seu bilhete e te deixar entrar.

A vista é realmente impressionante e dá para ficar quanto tempo quiser e ainda usar os binóculos (pagando HKG 5,00), tirar fotos com profissionais e até namorar um pouquinho.

Cansado da vista, é hora de descer. Têm ainda uma série de atrações no caminho. Tirar fotos engraçadas, entrar por um labirinto, sabe-se lá por que, tem o Museu de Cera Madame Tussaud, tem montes e montes de lojinhas e alguns restaurantes, cafés e afins. Do lado de fora, ainda tem um mini terracinho com uma mini vista da cidade (dá para ver só um pedaço), mas gratuito e tem um dos vagões originais do bondinho, um vagão restaurado para as comemorações dos 100 anos.


Descemos de volta e olha como estava a pequena filinha para subir!! Ainda bem que chegamos cedo)

Nos dirigimos então para a estação de Ferry, para atravessar para a ilha de Kowloon, o centro velho da cidade e uma das regiões mais populosas por aqui. No caminho, nos deparamos com a Apple Store do IFC Mall (um shopping imenso que fica na estação Central). Demos uma paradinha para abastecer os estoques de tecnologia e continuamos nosso trajeto.

Vamos aos detalhes:
1. Se você pretende comprar algo da Apple, Hong Kong é o lugar! É a loja da Apple mais barata do mundo. Não é uma diferença gritante, mas, para você ter ideia, é um pouquinho mais barato que nos EUA, sem os impostos. Não pergunte porque. Só aceite a informação e aproveite! As lojas são imensas, clean no padrão Apple e abarrotadas de gente fuçando e comprando.
2. Quando eu falo que continuamos nosso trajeto, não pense você que é daqui ali. É impressionante como um mapa pode estar fora de escala e como falta de informação é uma coisa de louco… Pesquisei que para ir à estação de Ferry que faz a travessia entre as ilhas, tinha que descer na estação central e andar. Até aí tudo bem. Como já disse, descemos na Central, visitamos o The Peak, voltamos até a Central, demos uma paradinha na Apple e aproveitei para perguntar para o vendedor onde ficava o Ferry (já que não via sinal de água por ali). Ele apontou uma ponte, visível da loja da Apple e disse: é só ir por ali. Sim, ele estava certo, só esqueceu de dizer que, em cima da ponte, tinha um milhão de opções de Ferry!!! E a ponte devia ter uns 3 quilômetros de extensão… Pois é, ainda bem que tinha um mapa e lá dizia o nome do Ferry: Star Ferry! É, na placa não tinha essa opção!


Muita fé que temos e continuamos andando mais até que nos deparamos com a placa com o nome que eu buscava! Lindo. Andamos mais muuuuuitas centenas de metros e chegamos na estação. Passamos nosso querido Octopus e lá estávamos nós, a espera do barquinho no deck superior (por acaso escolhemos esse, mas você pode escolher o inferior também – são locais de embarque diferentes, mas o preço é o mesmo, só questão de preferência).

Fizemos o trajeto rapidinho de barco e chegamos em Kowloon sãos e salvos (e cansados também!)


Não deixe de ler a continuação desse dia… Ele rendeu alguns posts!

Uma resposta para “Hong Kong – segundo dia”

  1. Hong kong – terceiro dia – Viagem, comes e bebês disse:

    […] próximo destino seria Hollywood Road e Man Mo Temple, mas agora indo no lugar certo. (COLOCAR O LINK HONG KONG SEGUNDO DIA). A Bebê 1 queria muito ir de Tram (um tipo de bondinho bem fininho e dois andares, bem típico […]

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