Europa
25/07/2013

Impressões da Toscana – Um dia em Firenze

A Toscana é uma viagem de sonhos para muitos, mas desde a primeira e única vez que vim para a Itália, em 2007, não tinha a menor vontade de voltar.
Faço uma pausa para ninguém ficar estressado e com raiva do eu acabo de dizer: eu vim para a Itália em 2007 no esquema mochilão chique, ou seja, sem dinheiro, mas querendo tudo do bom e do melhor e achando que a Itália era sensacional! Cheguei na bota por Veneza, vindo de Nice, com uma pequena baldeação em Milão… Pois é, como os italianos são super pontuais em seus trens (aliás isso melhorou muito nos dias de hoje!), perdi, por 5 minutos o trem que ia à Veneza… Para tanto tive que esperar mais algumas horas. Quando desembarquei, claro que fiquei desesperado para sair do trem na estação Veneza!!! (Mestre…) – realmente não entendo porque em um lugar absurdamente turístico que é Veneza, os italianos colocam o nome de Veneza Mestre e Veneza Santa Lucia!!! Por que não só Mestre e Veneza??? Parece mentira, mas em 2007, a Internet não era tão bombando assim como é hoje, então óbvio que eu desci no lugar errado! Quando saí do trem, não tinha hotel reservado ainda e saí procurando as tais das pontes de Veneza! Só fui encontrar no dia seguinte… Depois disso, quando finalmente cheguei em Veneza no outro dia, fui pedir uma pizza de pepperoni e uma Fanta. A pizza era de pimentão (e não era óbvio para mim… e a Fanta era preta, de uma fruta estranhíssima e completamente amarga, que eu não me lembro o nome agora…). Passei fome!
À noite pedi uma lasanha em um restaurante em Veneza!!! Que chique! E que lasanha!!! Porções fartas e generosas como sempre ouvi dizer que era na Itália! Que nada… veio em um prato de sobremesa e o garçom ainda achou um absurdo eu não pedir um Secondo Piati!!! Ah! E custou 13 euros!!!
Bom, tive neste dia um grande buraco no estômago e na conta, além de uma grande enxaqueca…
Quando depois de dois dias cheguei em Roma, continuei a ser maltratado e sem dinheiro para nada, achando tudo absurdamente caro e mal servido! No último dia, ia pegar um vôo low cost para Barcelona e claro… errei de aeroporto! Perdi o vôo e ainda tive que ficar rodando Roma atrás de um hotel. Parei em um moquifo que me cobrou 100 euros por uma cama vagabunda! Será que eu queria voltar para cá???
Depois de eu ter me explicado… vamos ao que interessa! Planejei muito bem essa viagem à Itália, mas com 5 pés atrás… Resumo antes de mais nada: tenho que admitir: estou adorando a viagem e perdi a birra com os italianos! Até troco algumas palavras agora. Ah, e todos me tratam bem!!! Que maravilha!!!
Enfim, cheguei na Toscana por Firenze (ou Florença). Escolhi me hospedar em um B&B, ou seja, você fica hospedado em uma casa que moram pessoas, mas que tem mais quartos para os hóspedes. É bem bacana, pois você se sente em casa!


Me hospedei no Villa la Sosta, que fica na entrada de Firenze. Resolvi fazer isso, pois li em vários lugares que não se pode entrar no centro de Firenze com carro e estou com um carro. Os hotéis do centro são caros e não tem estacionamento. E este aqui, não é lá dos mais baratos (90 euros a diária), mas o estacionamento é de graça e tem um ponto de ônibus na porta que leva até o centro por 1,20 euros em 10 minutos.

Entrada do Villa la Sosta

Me hospedei por 3 noites e conto aqui o que aconteceu em cada um dos fantásticos dias que estive na região, claro com dicas gastronômicas, turísticas e visando muito o fato de que estou com duas BEBÊS e um carrinho gigante!
Cheguei no fim da tarde, vindo de Verona (depois eu conto em outro post). E cheguei essa hora, pois o GPS aqui na Itália funciona pior que no Brasil. Me leva por um monte de ruas erradas e o sinal se perde a todo instante. É só entrar por um emaranhado de prédios (de 3 ou 4 andares (???)) que ele diz: sinal perdido!
Bom, depois de me perder umas 40 vezes, o endereço do hotel era Via Bolognese, 83. Claro que o GP (nome carinhoso pelo qual chamamos um aparelho que fala com a gente e nos leva a lugares incríveis, mesmo que depois de algumas tentativas frustradas) nos levou a um lugar ermo, remoto e sem nada que parecia um hotel! Mas era na tal da Via Bolognese, só que número duzentos e alguma coisa… Voltamos uns 3 km (incrível que você anda uns 50 metros e o número muda de 230 para 231!!! Aha!) e enfim chegamos! Um portão automático que nos levava a um casarão bem antigo, mas super bem conservado.

Vista da janela do quarto

Nos atendeu uma moça muito simpática falando em um inglês perfeito! A Giuseppina, a dona da casa! As bebês estavam dormindo, então enquanto minha esposa ficou no carro com elas (com o ar condicionado ligado no último, pois fazia uns 70 graus!), fui conhecer as regras da casa. A Giuseppina me mostrou tudo, me deu várias chaves, para que eu pudesse ficar totalmente independente, me deu um mapa da cidade com milhões de apontamentos, indicações de restaurantes a pé, de carro,  a cavalo (mentira!) e falou do ônibus na porta e de como era absurdamente caro estacionar em Firenze. Ah, e me deu um detalhe importante: é proibido entrar no centro velho de carro ATÉ às 19h30 e não SEMPRE como eu via em TODOS os blogs!!!
Peguei as malas, as bebês, minha esposa, e lá fomos nós para o nosso quarto GIGANTE, com dois berços, um banheiro bem grande e com uma vista bem legal! Tomamos banho (em um chuveiro ótimo com um box de tamanho decente para tomar banho e dar banho nas bebês), nos vestimos e lá fomos nós para Firenze jantar (DE CARRO!!!) – não se assustem, já era mais de 19h30!

Villa la Sosta

Fomos até a praça San Marco, que vi que era um ponto interessante Não tinha nada e nem ninguém!  Como tinha o mapa e o GP, coloquei Galeria Uffizi (que sabia que era um museu legal e achei que deveria ter restaurantes em volta). Depois de uns 40 minutos rodando nos mesmos 500 metros quadrados, e com todas as ruas que o GP mandava ir sendo contramão ou sendo impossível de transitar com um carro maior que um Smart, decidimos parar numa rua X que tinha um lugar e sair andando sem rumo até achar algo para comer, afinal estávamos preocupados que tudo iria fechar antes de nos localizarmos…
Sem querer parei do lado da Catedral de Santa Maria del Fiore. O Duomo de Firenze!!! Linda, com mármore verde, branco e rosa! Totalmente diferente e sensacional!!! Gigante! Fantástica! (acho que todos entenderam que eu gostei mesmo…).
Bom, depois que eu passei por um monte de camelôs vendendo um helicopterozinho que eles jogam para cima e fica com uma luzinha piscando (insuportável, tem em todo lugar e, claro, já que eu tenho um carrinho imenso, que não chama atenção e é habitado por DUAS crianças, TODOS jogam no exato momento que eu estou passando. Então tenho que me fingir de arbusto, olhar para o horizonte, falar NÃO para a bebê 1 que fica me perguntando: – Papai, o que que é isso? e sair correndo para não ser atingido pelo projétil lançado ao céu e que vem direto na sua cabeça), cheguei nos restaurantes em volta da praça da igreja e que são TOTALMENTE turísticos, mas eu sou turista, então vamos lá! Escolhemos um que o carrinho entrasse (na verdade não tinha nenhum que o carrinho entrasse, mas tinha um que tinha uma parte interna com ar condicionado, mas que não tinha uma viva alma dentro (fora estava abarrotado), que o carrinho cabia com bastante largueza! Entramos neste! O garçom trouxe uma cadeirinha para a Bebê 1 (a 2 já tinha desistido e dormiu no carrinho – não se preocupem, ela tinha comido no hotel!!!) e o cardápio.
O restaurante não vou dizer o nome, pois não foi nada marcante, mas era honesto! Minha esposa pediu um risotto de quatro queijos (que devia ter só 1 queijo – aquele que veio na mesa – parmesão…) e eu pedi um Spaghetti à Carbonara que estava muito bom! Acompanhamos tudo com um vinho Chianti (da região). Finito! Passeamos mais uns dez minutos admirando a igreja e voltamos para o hotel!
Chegamos no hotel e nosso ar condicionado pifou! Dormimos com um ventilador de teto em um calor de uns 90 graus!
Amanheceu o dia, acordamos mais tarde, tomamos café em uma mesa comunitária, mas que só tinha a gente (acho que acordamos meio tarde…) e lá fomos nós para Firenze de novo… Adivinhem: DE CARRO!

Café da manhã (LOTADO!!!)

Pois é, decidimos enfrentar o absurdo dos preços exorbitantes dos estacionamentos, pois o negócio é o seguinte: temos 2 bebês e um carrinho gigante. Imagina entrar em um ônibus, sabe-se lá se lotado, segurando tudo isso… Quem segura o carrinho e quem segura as bebês? E se a bebê 1 quiser descer do colo para sair andando pelo ônibus afora? E se a bebê 2 quiser descer do colo para sair engatinhando pelo ônibus afora? E a bolsa com as mamadeiras e guloseimas e brinquedinhos para distração da criançada? E a máquina fotográfica? Entenderam? Acho que o valor do estacionamento compensa a tranquilidade… E já pensou na volta, depois de ter camelado pela cidade por uns 20 kilômetros??? Acho que eu ia me jogar no Rio Arno (rio que corta Firenze) … Se não fosse muito longe de onde eu estivesse…
Bom, decidimos parar no estacionamento Mercato Centrale. Era o mais próximo do hotel, de coisas interessantes para visitar e do MERCADO CENTRAL!!!! Não me achem louco por falar que era próximo do hotel… Realmente ficava a 2 kilômetros do hotel e vocês podem pensar: então porque você não foi a pé? Mas eu acho que minha explicação acima ficou bem clara, não?! Quem tem uma bebê de 2 anos sabe que ela acha que é grande para andar, mas não aguenta 200 metros e depois ela também acha que o carrinho é coisa de criança, então não quer ir no carrinho, nem no chão, então adivinhem: só sobra o colo! Ah, e mais um detalhe, o hotel fica no meio de uma colina bem íngreme… Acho que não preciso falar mais nada…
Enfim, paramos neste estacionamento (meio com medo de quanto iríamos gastar, mas ok, quem tá na chuva…) e fomos caminhar. Neste estacionamento tem até elevador (do tipo não encoste em nada, pois tudo cheira a xixi, mas tem elevador!). Subimos e demos de cara com uma lixarada na porta do elevador! Tirei todo aquele entulho e entramos no mercado.
Lá é bem parecido com o nosso de São Paulo, tem banca de frutas, peixe, carne, lojinhas com queijos, cogumelos, azeite, muito balsâmico, salames… Bem interessante e bem organizado!

Camelôs vendendo couro e casaco de pele do lado de fora do mercado

Funghi Porcini

Depois de uma rápida visita, compramos bananas para as bebês (muito fácil de transportar e de dar e elas adoram!) e fomos em direção à Catedral do dia anterior.
Bem em frente existe a bilheteria que vende o ingresso completo por 10 euros (adulto – criança não paga). O ingresso inclui o Battistero, a Campanile, a Santa Reparata, o museu do Duomo, a subida ao Duomo e a visita à Catedral e dura 24 horas da hora que você entra no primeiro lugar.
Fomos primeiro ao Battistero que é o lugar que os pagãos eram batizados, pois não podiam entrar na igreja. É pequeno, mas lindo, com esculturas e pinturas de Leonardo da Vinci e seus seguidores. Revezamos a entrada, pois mesmo dizendo que era acessível, como o nosso carrinho é grande, não passava na porta (ah, e tínhamos decidido levar o carrinho só com uma das cadeirinhas, pois a Bebê 1 não queria saber dele).
Um parênteses: pais com carrinhos e deficientes físicos, atenção: quando virem um anúncio em Firenze dizendo que o local é acessível, não acreditem, sempre tem um ponto com escadas ou com uma porta que não passa ninguém! Não entendo! Nós com carrinho ainda nos viramos, mas e um deficiente físico? Fica a dica…
Depois de lá entramos na Catedral. Tinha uma fila imensa e tinha um recado na porta que tinha ingresso preferencial quem tinha o ingresso comprado (para a Catedral não precisa de ingresso, mas se você tem, tem entrada preferencial)… Ledo engano! Todo mundo na fila tinha ingresso! Quem vai até lá SÓ para ver a Catedral e nada mais??? Bom, a fila andou super rápido (uns dez minutos em baixo do sol tostante da Toscana) e entramos na igreja. Fiquei meio decepcionado com o interior… é meio vazio, sem muita coisa… Puxa, fora é tão mais bacana!!!

Duomo de Santa Maria dei Fiore

Mais uma…

Demos uma volta e encontramos uma escada que ia para baixo… Era a Santa Reparata. Bem legal, é um pequeno museu que mostra partes do chão da igreja original. O que pisamos atualmente foi reconstruído. Mostra também alguns objetos encontrados nas escavações. Nesse também revezamos, pois não estávamos afim de descer com o carrinho (só tinham escadas…).
Saímos de lá e fomos até a Campanille. É uma torre ao lado da igreja onde ficava o sino, originalmente. Vimos que não tinha elevador e para subir eram 411 degraus! Resolvemos fazer uma pausa para o almoço… Resolvemos almoçar no Hard Rock (fica na Piazza della República) pois minha esposa estava morrendo de vontade de comer hamburguer e eu concordei… Foi interessante, mas meio caro (51 euros)! Pedimos mac&cheese para a Bebê 1 (que não comeu NADA) e esquentamos a papinha (depois eu conto essa história) da bebê 2 em um balde de água quente (eles disseram que não podiam esquentar no microondas… regras chatas americanas, eu acho – depois conto isso também). Ela comeu tudo e a Bebê 1 também quis uma!

Parada para uma voltinha de Carrosel do século XIX

Satisfeitos, voltamos à Catedral fomos ao museu do Duomo descansar um pouquinho. Conseguimos entrar com um carrinho, mas não deu para descansar nada, pois tinham só três coisas para ver: uma sala com afrescos e esculturas interessantes, a Pietá de Michelângelo (bem bonita e muito realista!!) e a porta do Paraíso (antiga porta de entrada do Battistero, mas que está no museu super bem conservada e guardada!), muito linda, com detalhes em ouro e mármore. É um museu bem pequeno, mas que vale a pena pela beleza do que está lá!

Pietá de Michelângelo

Resolvi então que ia subir no Duomo. Chegamos lá e tinha uma fila de umas 100 pessoas e eram 463 degraus, claro que sem elevador! Decidi então subir na Campanille, afinal economizaria alguns degraus e não tinha absolutamente ninguém na fila (será que era tão horrível assim??).
Cansativa é pouco para descrever minha experiência! Nossa, acho que preciso voltar na academia! Cheguei lá em cima esbaforido, suando em bicas e com uma sede do cão! E tinha um moço lá (trabalhando) que eu fiquei até com dó! Imagina, eu cansado daquele jeito tinha que subir só um dia… E ele? Coitado! Bom, ele era magrinho!!!
A vista de lá é sensacional!!! Vale cada degrau! E no meio do caminho tem três paradas que você consegue fotografar! Ah, e nem pense em levar um carrinho… Nas escadas, mal cabe você… Ainda mais que nas mesmas escadas que as pessoas sobem, outras descem… ao mesmo tempo! E o cheirinho de suor pelo caminho??… Bem agradável! Bom, mas vale a pena! Quando estiver por aqui! Subam!

Olha lá o Duomo!


Quando cheguei, contei a experiência para minha mulher e ela quis ir mesmo assim. Quando voltou falou: nem é tão cansativo assim… Sei… À noite reclamou de dores na panturrilha… por que será? Eu avisei!
Revezamos e ficamos sentados no chão na frente da Campanille com as bebês. A 2 estava dormindo e a 1 estava brincando com lápis de cor e depois com o Mickey (que ela adora, por sinal!).
Saímos de lá e decidimos que não iríamos subir ao Duomo (por motivos óbvios) e também porque a visão seria a mesma. Eles ficam um ao lado do outro, então não entendo muito bem porque todo mundo quer ir no Duomo… Minha esposa disse que era porque já que você vai subir, então vá no mais alto. Eu sou da opinião que já que você vai subir, suba de uma vez! Não fique sofrendo na fila…

Olha lá o Duomo!

Saímos de lá perto das 18h00 e fomos tentar comprar ingresso para a Galleria Uffizi e para a Galleria della Acaddemia, mas quando chegamos lá a bilheteria já estava fechada. Não comprei pela internet, pois acho meio arriscado comprar algo com tanta antecedência (tem que comprar, no mínimo 15 dias antes), tendo duas bebês e tendo que seguir um horário estrito (na internet se compra com hora marcada e você não precisa pegar fila, mas tem que ir naquele horário, senão perde a vez!). Voltamos para o hotel, depois de ter feito todo o caminho com a bebê 1 dormindo no carrinho e a 2 dormindo no meu colo (quem mandou não levar o carrinho completo). Dada hora a 2 acordou e foi para o colo, enquanto a 1 foi para o carrinho! Não achamos o elevador por onde viemos (devia estar coberto de lixo) e descemos pela escada mesmo com o carrinho e a bebê 2 no colo.
Hora de pagar… Pois é… o caro absurdo do estacionamento de SETE horas, foi 15 euros (e por conta de 2 minutos, senão teria sido 13). Valeu cada centavo poder ir para casa depois de um longo dia de caminhada no conforto do carro com ar condicionado a 16 graus! E com as duas dormindo!!! hehehe
O hotel fica a 2 km, mas demoramos uns 40 minutos para chegar. E lembre-se, não foi o trânsito, e sim o GP maluco que nos levava por caminhos obscuros e sem saída. É assim: uma hora fala que a rua pode entrar, aí, no meio do caminho diz que é restrita a carros autorizados, mas não dá para voltar porque é contramão e nem para virar para um lado nem para o outro, pois não existe essa opção… Como pode??
Bom, já se passava das 19h30 então fiquei mais despreocupado com a proibição de andar no centro velho de carro (tem câmeras espalhadas por todos os lados!!).
Fomos jantar em um dos restaurantes que a Giuseppina recomendou. Eu comi pizza (uma delícia) e a minha esposa comeu um Ravioli de Burrata que estava com uma cara muito boa, mas que ela disse estar meio sem gosto. O restaurante chama Alborada e eu recomendo! O jantar não foi muito sossegado, pois as bebês estavam meio agitadas. Comemos rápido e fomos para casa dormir!
No próximo post eu conto o segundo dia em Firenze! Até!
Obs.: A Giuseppina mandou consertar o ar condicionado logo de manhã e ainda ficou toda preocupada… Excepcional!

3 respostas para “Impressões da Toscana – Um dia em Firenze”

  1. Vera Ligia Adoglio Caldas disse:

    Que energia!Eu adoro a Itália, principalmente a renascentista Florença. Mas com 2 bebês?
    Deus conserve sua saúde, e principalmente de sua esposa!

  2. Mais um dia em Firenze | Viagem, comes e bebês disse:

    […] o último post, acordamos, e fomos tomar café da manhã para irmos novamente até o centro de Firenze. Ir de […]

  3. Luiza Camargo disse:

    Olá Luiz tudo bem?
    Quem escreve é a luiza (aluna da pós de Campo Grande) ! Acompanho seu blog e engraçado estava procurando discas de viagem para Itália com crianças … Estou planejando uma viagem para julho (eu , marido e filha / 4 anos ) … Estou com esperança que de tudo certo .. Conta um pouco mais sobre o voo e como foi a questão de fuso horário para elas. Grande abc

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